sábado, 28 de março de 2009

NO MARANHÃO...CLUBE DO CHORO RECEBE SINHÔ...

Atenção galera do Maranhão! Um dos grandes violonistas brasileiros, João Pedro Borges, o Sinhô, é o convidado da 74ª. edição do Clube do Choro Recebe, neste sábado, dia 28, no Restaurante Chico Canhoto (Residencial São Domingos, Cohama), a partir das 19h.





O Regional Tira-Teima, formado pelos afinados Paulo Trabulsi (cavaquinho solo), Zeca do Cavaco (cavaquinho centro), Francisco Solano (violão sete cordas), Serra de Almeida (flauta) e Zé Carlos (percussão), recebem Sinhô para um sarau inesquecível.





Sinhô – apelido que João Pedro Borges ganhou ainda na adolescência – integra a tríade sacrossanta do violão maranhense, ao lado de Joaquim Santos, de quem foi professor, e Turíbio Santos, de quem foi aluno. Outro professor seu foi Jodacil Damasceno. Entre os alunos, diversos nomes do violão e da música popular brasileira: Raphael Rabello, Guinga, Cesar Teixeira e Josias Sobrinho, entre outros.




Sua apresentação no Clube do Choro Recebe trará composições de nomes como Dilermando Reis, João Pernambuco, Heitor Villa Lobos, Paulinho da Viola, Ernesto Nazareth, além de temas autorais, incluindo a valsa Maria Luiza, composta em homenagem à filha do amigo Ricarte Almeida Santos, coordenador do Clube do Choro Recebe e apresentador do Chorinhos e Chorões (domingo, às 9h, na Rádio Universidade FM, 106,9MHz). A apresentação terá participação especial do violonista Luiz Jr. A entrada custa apenas R$ 6,00. Imperdível!





Projeto Clube do Choro Recebe – 74ª. edição
Regional Tira-Teima recebe o violonista João Pedro Borges
Dia 28 de março (sábado), às 19h
Restaurante Chico Canhoto
(Residencial São Domingos, Cohama)
Entrada: R$ 6
Mais informações: (98) 3252-1219
ricochoro@hotmail.com




Fonte: Zema Ribeiro
Assessor de imprensa do Clube do Choro do Maranhão

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O CHORO NAS DÉCADAS DE 70 E 80....

DÉCADA DE 70...




Ocorreu uma revitalização do gênero na década de 70. Em 1973, o Conjunto Época de Ouro e Paulinho da Viola uniram-se no show Sarau. Foram criados os Clubes do Choro em Brasília, Recife, Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia e São Paulo, dentre outras cidades. Surgiram grupos jovens dedicados ao gênero, como Galo Preto e Os Carioquinhas. O novo público e o novo interesse pelo gênero propiciaram também a redescoberta de veteranos chorões, como Altamiro Carrilho, Copinha e Abel Ferreira, além de revelar novos talentos, como os bandolinistas Joel Nascimento e Déo Rian, e o violonista Rafael Rabello.Festivais do gênero ocorreram no ano de 1977. A TV Bandeirantes de São Paulo promoveu duas edições do Festival Nacional do Choro e a Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro promoveu o Concurso de Conjuntos de Choro.





Em 1979 com o LP “Clássicos em Choro”, o flautista Altamiro Carrilho fez sucesso tocando músicas eruditas em ritmo de Choro. Altamiro é uma lenda viva do Choro: já gravou mais de 100 discos, fez mais de 200 composições e já se apresentou em mais de 40 países, difundindo o gênero.Também em 1979, por ocasião do evento intitulado "Tributo a Jacob do Bandolim", em homenagem aos dez anos do falecimento do bandolinista, é criado o grupo Camerata Carioca, formado por Radamés Gnatalli, Joel Nascimento e Raphael Rabello, dentre outros músicos.







DÉCADA DE 80...
A década de 1980 foi marcada por inúmeras oficinas e seminários de Choro. Importantes instrumentistas se reuniram para discutir e ensinar o gênero às novas gerações. Em 1986, realizou-se o primeiro Seminário Brasileiro de Música Instrumental, em Ouro Preto, uma proposta ampla que ocasionou uma redescoberta do Choro.A partir de 1995 o gênero foi reforçado por grupos que se dedicaram à sua divulgação e modernização e pelo lançamento de CDs.

E LÁ FOMOS NÓS....

Quando abri meu e-mail vi o convite. O Chorinho da Vila comemoria um ano no sábado, dia 20, com direito a bolo e tudo mais. Eu e o Nós Nas Cordas estávamos sendo convidados. Este aí embaixo, tocando pandeiro, de chapéu de palha, barba e cabelos grisalhos e óculos escuros, é o autor do convite. Grande Ronaldo!
João Paulo, nosso violão sete cordas, foi representando o Nós Nas Cordas. O restante dos meninos já tinha compromisso. Sendo assim, eu, JP e Fátima "pegamos" a estrada, rumo à Conservatória. Um dia lindo e ensolarado. Até o frio deu uma trégua.


Chegamos com uma hora de atraso, graças ao engarrafamento em Volta Redonda! Aff...
A galeria da Vila Antiga estava lotada. Difícil ir lá pra a frente. Mas era necessário, Ronaldo nos esperava e precisava saber que havíamos chegado. E lá fui eu. Cheguei junto com Paulinho Tapajós, justamente no momento em que Fred anunciava a presença do ilustre compositor, cantor e produtor musical, e pedia sua presença na roda... rsrs.


Ronaldo ficou sabendo que estávamos lá. Déo Rian também estava e entrou na roda. Fred compôs uma música para Juarez, filho do grande e saudoso Guilherme de Brito. Fred explicou o porquê e todos tocaram a música. E o público participou acompanhando o refrão: Fala Juarez!!! rsrsrs...Juarez é muito figura gente! Uma simpatia e super brincalhão...Ficou de vir a Resende tocar com o Nós Nas Cordas...

O público não arredava pé..rsrsrs. Simplesmente fantástico. Ao final da apresentação, o parabéns e o bolo. E nosso encontro com Ronaldo. Conhecemos os outros integrantes do grupo e fomos para o point, onde estão os melhores bares e restaurantes e onde os músicos se reúnem após as apresentações. Escolhemos o mesmo restaurante da outra vez, o Dó-Ré-Mi. O Aristides estava lá e providenciou aquela cervejinha no ponto. Grande Aristides! E os músicos foram chegando. Difícil foi almoçar e cantar ao mesmo tempo..rsrsrsrs...

A TARDINHA...

Depois de um belo almoço no Dó-Ré-Mi, fomos dar uma volta e retornamos à Vila Antiga. Agora, no Café, Fred e Juarez contariam histórias e curiosidades sobre o choro, o samba, a bossa-nova e etc, e interpretariam as músicas. Quando chegamos, estavam somente os dois e o pandeiro. Pouquíssimas pessoas nas mesas. E enquanto saboreava um delicioso café, as pessoas iam aparecendo e se acomodando.




Não bastasse a emoção de entregar o diploma de medicina à filha, Juarez satisfez o desejo de sua jovem médica: cantou Filho Meu. Violão e voz na cerimônia de formatura da filhota. Depois da história, a música. Ao terminar de tocar, Juarez estava todo arrepiado. E eu idem. Fiquei emocionada...rsrs
Os músicos também iam chegando e se acomodando. O Café já estava ficando pequeno demais para tanta gente. Todos atentos aos "causos". Déo Rian chegou. E mais um pandeiro. E mais um violão seis cordas. Fred descansa a flauta e um cavaquinho surge em suas mãos.


"Paulo Soledade esteve muito doente, chegando a ficar na UTI, entre a vida e a morte, mas felizmente conseguiu reagir e foi para o quarto. Num sábado pela manhã, a esposa foi visitá-lo. Pegou-lhe pelo braço e levou-o a caminhar pelo pátio. Paulinho ficou observando o sol, as flores, a natureza. Encantado, ao voltar ao quarto pediu que a esposa lhe arrumasse papel e lápis e escreveu tudo que sentiu durante aquele breve passeio matinal. Tempos depois, remexendo seus papéis, encontrou aquele. Depois de ler, fez a letra. E depois a música. E assim surgiu..."Vê, estão voltando as flores/Vê, esta manhã tão linda, Vê como é bonita a vida, Vê, há esperança ainda...."
E o público canta com os músicos...


Lourenço, um jovem de 21 anos e estudante de cavaco há apenas um, entra na roda e toca "Pedacinho do Céu". E "Doce de Côco".
"O Brasil dispôs de dois grandes melodistas: Pixinguinha e Tom Jobim. Chega de Saudade já tinha harmonia pronta. João Gilberto chega e mostra a Tom, a batida sincopada da bossa nova. Tom Jobim, então, tem uma idéia: João, toca minha música com a sua batida...Aí Vinícius chega e coloca a letra. Elizeth Cardoso grava Chega de Saudade e é um sucesso."
E os "causos" vão surgindo espontâneamente, de acordo com as lembranças e vivência de cada um. É claro que aqui estou resumindo. Lógico que eles contam com riqueza de detalhes e com os trejeitos deles. Arrancam gargalhadas, sorrisos ou provocam olhos cheios d'água e pele arrepiada. E as músicas vão chegando... E o público acompanhando. É tudo de bom!



Agora já são uns três ou quatro violões de seis cordas, um de sete, dois pandeiros, dois cavacos, um bandolim e alguns instrumentos de percussão. João Paulo, o nosso JP, entra na roda. Com Deó Rian, "Corta Jaca". Agora são dois violões de sete cordas.
Fabio Brunelli ia adorar a história de Folhas Secas. Fábio, vá a Conservatória!!! rsrs...
Déo Rian faz apresentação dia 2, na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. Assim que ele enviar as informações, eu divulgo, tá? Gente, será imperdível!




É tudo poético, mágico e surpreendente.
Conservatória e seus chorões são simplesmente fantásticos...
Mais um desses momentos inesquecíveis que a vida nos proporciona.
Mais um dos simples prazeres da vida.
Mais um dia feliz em minha vida...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

UM ANO NO MANGA ROSA...

Amanhã, dia 28 de agosto, o Nós Nas Cordas comemora um ano de apresentações no Manga Rosa!
Surpresas à vista!!!!
Venha comemorar com a gente!!!
Manga Rosa
Restaurante e Choperia
Beira Rio, Campos Elíseos, Resende / RJ
segunda a sábado, 18h a 1h
(24) 3355-8188

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

EMOTIVO, COM NÓS NAS CORDAS E MARIANA GOMES: VAMOS TORCER!!!

Na última sexta-feira de agosto, dia 29, o Nós Nas Cordas sobe ao palco do 27º Festival de Música Popular (FEMUPI), para interpretar Emotivo. Na voz, Mariana Gomes. O único grupo de choro de Resende e uma cantora resendense interpretando um choro de composição de Guido de Castro e Antonio Seabra.
Emotivo é uma das 15 finalistas, entre as 153 composições inscritas num dos mais antigos e tradicionais festivais de música do país. Vamos torcer!






Em agosto de 2007, Atrevida concorreu com mais 148 músicas e ficou entre as 12 finalistas. O choro Atrevida, com letra de Laís Amaral e música de Guido de Castro, na magnífica interpretação de Sara Bentes e Nós Nas Cordas, conquistou o terceiro lugar no XXVI Festival de Música Popular de Piraí (FEMUPI).






O XXVII Festival de Música Popular de Piraí / RJ, promovido pela Prefeitura Municipal de Piraí, acontecerá nos dias 29 e 30 de agosto de 2008, às 20 horas, no CIEP Professora Margarida Thompson, no bairro Casa Amarela, com entrada franca.
*Atrevida já havia conquistado o segundo lugar no FEMUVRE, Festival de Música de Volta Redonda, em 2006, com os mesmos intérpretes.

terça-feira, 29 de julho de 2008

CHORO NA PRAIA!!!

O Rio de Janeiro continua sendo tudo de bom!!!
Agora tem “Choro na Praia” toda quarta-feira! Isso mesmo. O Conjunto Sarau estréia nesta quarta, dia 30, no Barril 1800, em frente ao mar de Ipanema. É o projeto “Choro na Praia”. Não é o máximo?



O Sarau é formado por Bruno Rian (bandolim), Aline Silveira (flauta), André Bellieny (violão sete cordas), Sergio Prata (cavaquinho) e Agenor do Pandeiro. No repertório, muito choro, polcas e sambas.




E aí cariocas?
Vamos pro Choro na Praia?



Barril 1800
Av. Vieira Souto, 110
Ipanema
Horário: 20 horas
Couvert a R$ 5
Reservas: (21) 2523-0085

Quem sou eu

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Apenas uma mulher apaixonada pela vida. Emoção. Sinceridade. Transparência. Essa sou eu.
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