quarta-feira, 27 de agosto de 2008

UM ANO NO MANGA ROSA...

Amanhã, dia 28 de agosto, o Nós Nas Cordas comemora um ano de apresentações no Manga Rosa!
Surpresas à vista!!!!
Venha comemorar com a gente!!!
Manga Rosa
Restaurante e Choperia
Beira Rio, Campos Elíseos, Resende / RJ
segunda a sábado, 18h a 1h
(24) 3355-8188

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

EMOTIVO, COM NÓS NAS CORDAS E MARIANA GOMES: VAMOS TORCER!!!

Na última sexta-feira de agosto, dia 29, o Nós Nas Cordas sobe ao palco do 27º Festival de Música Popular (FEMUPI), para interpretar Emotivo. Na voz, Mariana Gomes. O único grupo de choro de Resende e uma cantora resendense interpretando um choro de composição de Guido de Castro e Antonio Seabra.
Emotivo é uma das 15 finalistas, entre as 153 composições inscritas num dos mais antigos e tradicionais festivais de música do país. Vamos torcer!






Em agosto de 2007, Atrevida concorreu com mais 148 músicas e ficou entre as 12 finalistas. O choro Atrevida, com letra de Laís Amaral e música de Guido de Castro, na magnífica interpretação de Sara Bentes e Nós Nas Cordas, conquistou o terceiro lugar no XXVI Festival de Música Popular de Piraí (FEMUPI).






O XXVII Festival de Música Popular de Piraí / RJ, promovido pela Prefeitura Municipal de Piraí, acontecerá nos dias 29 e 30 de agosto de 2008, às 20 horas, no CIEP Professora Margarida Thompson, no bairro Casa Amarela, com entrada franca.
*Atrevida já havia conquistado o segundo lugar no FEMUVRE, Festival de Música de Volta Redonda, em 2006, com os mesmos intérpretes.

terça-feira, 29 de julho de 2008

CHORO NA PRAIA!!!

O Rio de Janeiro continua sendo tudo de bom!!!
Agora tem “Choro na Praia” toda quarta-feira! Isso mesmo. O Conjunto Sarau estréia nesta quarta, dia 30, no Barril 1800, em frente ao mar de Ipanema. É o projeto “Choro na Praia”. Não é o máximo?



O Sarau é formado por Bruno Rian (bandolim), Aline Silveira (flauta), André Bellieny (violão sete cordas), Sergio Prata (cavaquinho) e Agenor do Pandeiro. No repertório, muito choro, polcas e sambas.




E aí cariocas?
Vamos pro Choro na Praia?



Barril 1800
Av. Vieira Souto, 110
Ipanema
Horário: 20 horas
Couvert a R$ 5
Reservas: (21) 2523-0085

sexta-feira, 25 de julho de 2008

CHAPÉU DE PALHA E RUY GODINHO....

Neste sábado, dia 26, tem edição inédita do programa Roda de Choro, às 12 hs, na Rádio Câmara FM (96,9 Mhz) de Brasília.



Com produção e apresentação de Ruy Godinho, o programa resgata a história do Grupo Chapéu de Palha, criado em 1977. Atual líder do grupo, Valdir 7 Cordas contará em detalhes a trajetória do grupo, suas formações, a discografia, a linguagem dos arranjos e da seleção de repertório.Na parte musical, faixas do histórico disco "Chapéu de Palha", lançado em 1977, pelo selo Beverly/Copacabana e do disco "Sempre", lançado em 2003, pelo selo Rádio MEC.




A Rádio Câmara não reprisa o programa, mas você pode acompanhar ao vivo pela internet, no sítio da emissora: www.radio.camara.gov.br .
Quer mais opção? Anota aí: a Rádio Roquette-Pinto FM (91,4 Mhz) do Rio de Janeiro também exibe o programa Roda de Choro na terça, dia 29, às 14h. E tem reprises na quarta, dia 30, às 2h, na quinta, dia 31, às 14h e na sexta, dia 01, às 2h. Também dá para acompanhar ao vivo pela internet, no sítio da emissora: www.fm94.rj.gov.br .

Quem conhece o programa sabe que é imperdível.
Você não conhece? Então se liga e sintoniza!

FESTIVAL DE CHORO EM SANTA CATARINA!

Em Santa Catarina também tem Festival do Choro e com prêmio em dinheiro para o melhor choro! A primeira eliminatória é neste sábado, dia 26, às 11 hs, no Bar Jacobina. Quem quiser concorrer deve chegar às 10 hs. Um ambiente super descontraído, muita alegria e muito chorinho!






Inscrições até as 10 hs do sábado.
Local: Bar Jacobina
Na esq. da Almirante Tamandaré com Cons. Carrão, 1365
Apoio: Bar Jacobina e Clube do Choro de Curitiba

quinta-feira, 17 de julho de 2008

NÓS NAS CORDAS NA RESENDE AM...

O Grupo de Choro Nós Nas Cordas estará amanhã, às 10 horas, na Rádio Resende AM (1590), no programa "O Poder da Comunicação", sob o comando do radialista Vinícius Lima.


Vamos contar a história do grupo, a história do chorinho e interpretar alguns choros consagrados. Um programa para quem gosta de chorinho, para quem quer conhecer o chorinho e para quem é fã do Nós Nas Cordas.
Não percam!


NÓS NAS CORDAS NA RESENDE AM
- Sintonize 1590 -
NESTA SEXTA-FEIRA, DIA 18, ÀS 10 HORAS!

terça-feira, 15 de julho de 2008

CURIOSIDADES 3....

História do Choro
Século XIX
A história do Choro provavelmente começa em 1808, ano em que a Família Real portuguesa chegou ao Brasil. Com a corte portuguesa vieram instrumentos de origem européia como o piano, clarinete, violão, saxofone, bandolim e cavaquinho e também músicas de dança de salão européias, como a valsa, quadrilha, mazurca, modinha, minueto, xote e principalmente a polca, que viraram moda nos bailes daquela época. Esta última foi apresentada ao público em Julho de 1845.
A reforma urbana, os instrumentos e as músicas estrangeiras, juntamente com a abolição do tráfico de escravos, podem ser considerados uma “receita” para o surgimento do Choro, já que possibilitou a a emergência de uma nova classe social, a classe média, composta por funcionários públicos, instrumentistas de bandas militares e pequenos comerciantes, nos subúrbios do Rio de Janeiro. Essas pessoas, sem muito compromisso, passaram a formar conjuntos para tocar de “ouvido” essas músicas, que juntamente com alguns ritmos africanos já enraizados na cultura brasileira, como o batuque e o lundu, passaram a ser tocadas de maneira a brasileirada pelos músicos que foram então batizados de chorões.
O Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX, capital da Corte, configurou-se como um verdadeiro Império da boa música. A música produzida pelos diversos segmentos das camadas populares – lundus, modinhas, “choros” e maxixes – e difundidas pelas bandas de música, pelos grupos de choro, pelos seresteiros e pelo teatro de revista, criou um ambiente musical extremamente rico e diversificado na cidade. Era a música urbana que se consolidava, interligando as culturas, impondo a heterogeneidade e dando os primeiros passos de nossa musicalidade.






O primeiro grupo musical que temos notícia era uma espécie de “banda primitiva”, conhecido como “barbeiros”, que existiam desde o século XVIII, sendo formado, basicamente, por escravos obrigados por seus senhores a aprenderem novos ofícios.
Recebiam essa denominação porque a profissão de barbeiro era a única a deixar tempo vago para a aprendizagem de outros trabalhos. Eles se apresentavam em festas religiosas, profanas e até oficiais; tocavam dobrados, fandangos e quadrilhas. O pintor Debret em seu livro “Viagem pitoresca e histórica ao Brasil” dá um retrato dos barbeiros do período:
Dono de mil talentos, ele (o barbeiro) tanto é capaz de consertar a malha escapada de uma meia de seda, como de executar, no violão ou na clarineta, valsas e contradanças francesas, em verdade arranjadas ao seu jeito.
No terceiro quartel do século XIX, a música de barbeiro foi perdendo espaço para outras formas de representação musical. Seu “ritmo de senzala” e seu espírito foram canalizados para os grupos de choro, mas nas foi nas bandas de música que detectamos mais claramente a sua continuidade.
Em 1896 foi criada a banda mais famosa do Rio de Janeiro: a do Corpo de Bombeiros. O maestro Anacleto de Medeiros (1866-1907), seu fundador, fez desse agrupamento musical um dos veículos principais de divulgação da música popular. Chorão e compositor, levou para o repertório das bandas as composições mais em voga do choro e também convocou para sua agremiação vários músicos que tocavam nos diversos grupos de instrumentistas da cidade. Com o seu tino musical apurado fez com que a Banda do Corpo de Bombeiros se destacasse das demais pela melhor afinação e arranjos mais bem-acabados.
Com a criação da Banda do Corpo de Bombeiros e a diversidade do número de bandas musicais, o Rio de Janeiro se consolida neste momento como centro formador de músicos profissionais. Músicos que não raro tinham nas bandas a única maneira de fugir da miséria em que se encontravam. Estamos falando de uma época em que ser instrumentista de banda representava comida e dignidade.



Os grupos de instrumentistas populares, conhecidos como chorões, surgiram em torno de 1870. O “espírito de senzala” desses músicos, que faziam a partir da fusão do lundu com gêneros estrangeiros europeus, sobretudo a polca, suas interpretações musicais ao sabor da cultura afro-carioca, era o tempero para suas audições nos arranca-rabos e cortiços das camadas populares, nos bailes da classe média, batizados, aniversários, casamentos ou mesmo nas apresentações dos salões da elite da corte.
O compositor mais localizável no tempo como precursor dos grupos de choro é Joaquim Antônio da Silva Callado (1848-1880). É considerado o pai dos chorões por ter inserido sua flauta de ébano ao lado de violões e cavaquinho e ter organizado o grupo de músicos populares mais famoso da época - o Choro Carioca. Joaquim Callado nos legou poucas músicas conhecidas, onde podemos destacar o primeiro choro “A Flor Amorosa”, seu maior sucesso, e “Querida por todos”, esta última feita para a maestrina Chiquinha Gonzaga. Mestiço simpático, exímio flautista, mulherengo, popular na cidade, o nosso chorão era filho da primeira geração do choro, que compreende as datas de 1870 até 1889. Ao seu lado estavam Viriato Figueira, Virgílio Pinto, compositor e instrumentista, Luizinho, o violinista Saturnino e tantos outros músicos.

Quem sou eu

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Apenas uma mulher apaixonada pela vida. Emoção. Sinceridade. Transparência. Essa sou eu.
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